Revista

#5: AMOR

Quando cada vez mais o ódio surge e se propaga disfarçado de opinião política e religião, falar sobre amor é mais que preciso. É por isso que para a 5ª edição da Cartola mergulhamos nesse sentimento de corpo e alma: refletimos sobre amor próprio, relacionamentos líquidos e o amor na moda e arte, trouxemos uma exposição do artista polonês Adam Martinakis e 6 editoriais e séries artísticas exclusivas de artistas nacionais e internacionais. Esperamos que goste do conteúdo e ajude-nos a propagar mais amor pelo mundo! Clique aqui e garanta já seu exemplar.


#4: ÓCIO & NEGÓCIO

Em 'Ócio & Negócio', nossa quarta edição, trouxemos um conteúdo entre o conceitual e o comercial, às margens do lazer, do ócio criativo, do empreendedorismo e de jornadas de trabalho.


#3: IDENTIDADE

A moda é, sobretudo, consumo, seja de objetos ou ideias. Falar sobre esse fenômeno é também falar sobre as possibilidades de construção e desconstrução dos processos identitários do indivíduo. Partindo desse pensamento, criamos uma edição às margens do tema Identidade. Nós sabemos: é um desafio falar sobre, mas procuramos nos ater a apresentar um conteúdo que ao menos incite a reflexão sobre processos identitários, a busca por saber quem você é.


#2: FÉ

Em tempos cada vez mais difíceis para sonhadores, onde a ineficiência de políticas públicas de cultura é cada vez mais evidente, caminhando lado a lado a uma onda política no mundo que vem cortando nossas asas, construindo mais muros e pintando-os de cinza, ser artista é ter resistência e fé, sobretudo, acreditar no mundo e na sua própria jornada. A partir disso, criamos uma edição especial às margens do tema "fé". Nesta edição, buscamos trazer algo simples e íntimo, mas que de alguma forma inspirasse e incentivasse artistas a acreditarem em si.


#1: HOMEM-MÁQUINA

As imensas cobranças sociais influenciam nosso comportamento fazendo-nos procurar ser alguém perfeito – o corpo surge como principal ferramenta para essa busca. Utilizamos da tecnologia para otimizar o estético e ela nos torna “Homens-máquinas”, verdadeiros ciborgues: metade homem, metade máquina; e como toda máquina, ela racionaliza por comandos.

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